A Log acaba de atingir a maioridade – em um momento em que a demanda por galpões modernos e bem localizados segue aquecida (especialmente pelo avanço do ecommerce e a pressão por eficiência logística).

Por isso, no momento em que completa 18 anos, a companhia prepara um novo ciclo de expansão.

A principal desenvolvedora de galpões logísticos Classe A do País acaba de anunciar que vai entregar 2 milhões de metros quadrados entre 2025 e 2028. Para isso, vai investir R$ 4 bilhões.

Sergio Fischer, CEO da Log, diz que a empresa está buscando antecipar as necessidades do mercado para oferecer “soluções que conectam empresas e centros de consumo de forma eficiente e sustentável”. 

“O plano de construir 2 milhões de metros quadrados reflete nossa confiança no potencial da logística brasileira e na capacidade da Log de promover desenvolvimento com impacto real,” disse Fischer.

Trata-se de um salto em relação ao último ciclo de investimentos, quando a empresa entregou 1,5 milhão de metros quadrados de área bruta locável (ABL) nos últimos quatro anos.

Batizado de Log 2 Milhões, o plano foi estruturado em três pilares: escala de investimentos, diversificação geográfica e capacidade operacional integrada. 

A ideia da Log é ampliar a presença de seus galpões tanto em regiões com grande concentração de consumo quanto em mercados onde a oferta ainda é limitada.

Parte da estratégia também envolve a reciclagem de ativos, diz Fischer. O CEO explica que a empresa seguirá vendendo empreendimentos para fundos imobiliários e investidores – realocando os recursos na expansão do portfólio.

O financiamento das obras será feito majoritariamente com capital próprio. 

“Isso tem funcionado como uma alavanca para preservar disciplina financeira, atributo já reconhecido por stakeholders, e garantir continuidade aos investimentos,” disse Fischer.

Para sustentar essa expansão, a Log está apostando em seu modelo verticalizado, que integra aquisição de terrenos, desenvolvimento de projetos, construção, locação e gestão dos ativos. 

Essa integração, diz Fischer, garante maior controle de prazos e custos, além de oferecer uma experiência mais consistente aos clientes — que buscam galpões adaptáveis, bem localizados e com padrão técnico elevado.

“O nosso foco é estar presente de forma relevante onde a economia cresce, oferecendo galpões que gerem eficiência e valor para nossos clientes e stakeholders,” disse o CEO. 

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