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Três homens que ajudaram a criar e a desenvolver o bairro de Alphaville decidiram se juntar em 2017 para transformar mais uma vez a região.
Marcelo Willer, Nuno Lopes Alves e Renato de Albuquerque fundaram a Artesano Urbanismo, que acaba de registrar um dos lançamentos mais bem-sucedidos da história recente da região: o Artesano Cantalupe.

Em menos de uma semana entre a pré-venda à vista, no fim de outubro, e o lançamento geral, no início de novembro, o empreendimento superou as expectativas.
Até agora, mais de 80% do VGV foi comercializado: foram 120 lotes adquiridos na etapa à vista e outros 140 vendidos no lançamento.
Segundo Felipe Bortolotto, diretor comercial da Artesano Urbanismo, “a procura confirmou o potencial do empreendimento. Na pré-venda à vista, 120 lotes foram adquiridos por clientes que buscaram se antecipar para escolher as melhores opções,” disse.
Na sequência, “comercializamos outras 140 unidades, o que nos levou a ultrapassar 80% do VGV em apenas dois dias de venda.”

O resultado confirmou a leitura da Artesano sobre o mercado, segundo Willer, um dos sócios da companhia: há demanda reprimida por produtos de alto padrão que combinem urbanismo contemporâneo, regeneração ambiental e uma nova experiência de morar.
“O Cantalupe nasce de uma visão que ultrapassa o desenvolvimento urbanístico tradicional,” disse Willer. “Buscamos criar lugares que elevem a qualidade de vida e formem comunidades com um legado positivo e duradouro.
Localizado entre os tradicionais Residenciais Zero e Um – uma das áreas mais consolidadas e cobiçadas do bairro de Alphaville –, o Cantalupe ocupa mais de 500 mil metros quadrados de um terreno com acesso rápido à rodovia Castello Branco.
No total, serão 322 lotes, com média de 500 metros quadrados, em um projeto pensado para estimular uma vida a pé: calçadas largas, ruas de baixa velocidade, caminhos arborizados e áreas de convivência distribuídas a curtas distâncias.
Além disso, o empreendimento destinará aproximadamente 50% de sua área à áreas verdes e sistemas de lazer e mais 7 mil m² de clube completo e privativo, contando com quadras esportivas, academia e centro de wellness, piscina, salão de festas entre outras comodidades.

Para Willer, o Cantalupe representa uma releitura contemporânea do conceito que originou o bairro de Alphaville nos anos 1970.
“A proposta é oferecer um cotidiano mais funcional e equilibrado, no qual infraestrutura e paisagem trabalham juntas para formar um ambiente seguro e acolhedor,” disse o sócio.
Para alcançar o objetivo, o lado ambiental se tornou um dos pilares do projeto – e muita coisa irá mudar na região.
Atualmente, apenas 8,2% da área do Artesano mantinha vegetação nativa. Ao mesmo tempo, praticamente a metade do terreno era ocupada por eucaliptos e pinus plantados para fins comerciais – ou seja, dando pouca contribuição para a biodiversidade.
O plano prevê a substituição dessas espécies e o plantio de mais de 15 mil mudas nativas, distribuídas em corredores verdes que se conectam ao Córrego do Garcia, que se estende entre as regiões de Santana do Parnaíba e Barueri.

Para isso, a Artesano construiu um viveiro que é responsável pela produção das espécies utilizadas no paisagismo – e ainda funciona como estande de vendas.
Segundo Willer, o empreendimento, desenvolvido por uma Empresa B certificada, adota ainda soluções como madeira engenheirada em todas as estruturas construídas, energia solar e reaproveitamento de água pluvial
Para completar, o desenho urbano da região prevê a implantação de um parque linear ao longo do Córrego do Garcia dentro do empreendimento e a criação de novas avenidas, conectando áreas hoje distantes do bairro de Alphaville.
O projeto conta com arquitetura de Reinach Mendonça Arquitetos Associados, paisagismo do Cardim Arquitetura Paisagística, e tem como sócios a MPD Engenharia e Marco de Pedra Desenvolvimento Imobiliário.
Para Willer, o Cantalupe é mais que um lançamento bem-sucedido: é a atualização de um legado iniciado meio século atrás – agora guiado por regeneração ambiental, impacto positivo e o fortalecimento das relações entre bairro, natureza e comunidade.




